Honda CR-V chega ao Brasil por 123.000 reais

A Honda anunciou hoje a chegada do novo utilitário esportivo CR-V, que tem preço sugerido de R$ 123 mil, apenas três meses depois de ser lançado no Japão. O modelo foi totalmente redesenhado, da grade dianteira cromada à nova tampa do porta-malas, que agora abre verticalmente (a anterior tinha abertura lateral) e não abriga mais o estepe, deslocado para o porta-malas, o que melhora a visibilidade traseira.

O pára-choque ganhou visual mais arrojado, e a linha de cintura elevada contrasta com o desenho suave do teto, conferindo mais esportividade sem comprometer o espaço interno, que ficou bem melhor. O CR-V ainda ganhou novas rodas de liga leve de 18 polegadas – as anteriores eram de 16 polegadas. Por dentro o destaque é a alavanca da transmissão, reposicionada para o painel central. O volante tem ajuste de altura, profundidade e controles de som e de velocidade.

Há ainda vidros, travas e retrovisores elétricos. No painel central é possível operar tanto o rádio AM e FM quanto o toca-CDs para seis discos, agora compatível com MP3/WMA e com entrada para iPod, além de ar-condicionado automático digital de duas zonas (ajuste para motorista e passageiro em separado). O painel tem computador de bordo, com informações como consumo médio e instantâneo, temperatura externa, hodômetro total e parcial A e B, autonomia, indicação de porta aberta e fechada.

Não faltam equipamentos de segurança, como os airbags duplos frontais para motorista e passageiro, os freios ABS (antitravamento) e o sistema EBD (distribuição eletrônica da frenagem), além do VSA (Vehicle Stability Assist), que atua diretamente no controle da estabilidade. Seu motor é 2.0 16V de 150 cv (cavalos), e a transmissão, automática de cinco velocidades com overdrive (dispositivo utilizado para multiplicar a rotação de saída da caixa de transmissão, fazendo com que a última marcha fique mais “longa”). O sistema de tração é do tipo 4WD Real Time (em tempo real), criado para eliminar quando necessário as desvantagens da tração integral convencional, como maior consumo de combustível, altos níveis de ruído e vibrações, maior peso e dificuldade de adaptação ao ABS.