Lendas de Garagem

Em meio a tantos apaixonados por carros, sempre acabamos nos deparando com "especialistas" que trazem, na ponta da língua, respotas para as mais variadas dúvidas sobre automóveis.
Só que, em alguns casos, esse aparente conhecimento não passa de uma repetição de lendas que circulam de garagem em garagem. Para evitar que você caia em uma roubada, selecionamos aqui os mais famosos mitos sobre carros e revelamos se eles são verdadeiros ou não:

• Pulverizar o chassi do carro com óleo de mamona ajuda na conservação.
FALSO!!!

A pulverização de óleo de mamona por baixo do carro era prática comum após a lavagem, porém não é recomendada porque colabora para a aderência de sujeira e, em alguns casos, pode corroer as borrachas de vedação.

• Lavar o motor pode trazer problemas em seu desempenho.
VERDADEIRO!!!

Antigamente, lavar o motor e deixá-lo tinindo era sinal de capricho para os apaixonados por carro. Mas o tempo passou, a eletrônica invadiu os veículos e trouxe algumas restrições, como a lavagem do motor. Mais do que prejudicar o desempenho, a água pode danificar os componentes eletrônicos instalados sob o capô. Muitos postos nem oferecem mais o serviço. A alternativa é utilizar um pano umedecido ou uma escova para retirar a sujeira do motor.

• É melhor para o motor usar gasolina aditivada ou "premium".

VERDADEIRO!!!

Os dois tipos de gasolina contêm elementos químicos detergentes, que ajudam a manter o motor limpo. Recomenda-se, entretanto, consultar a especificação exata indicada no manual do proprietário e usar apenas o combustível indicado para seu carro.

• Esquentar o motor antes de sair com o carro aumenta sua vida útil.
DEPENDE

Se o motor tiver sistema eletrônico de gerenciamento, como todos os novos carros, é falso. Tanto a lubrificação como a dosagem da mistura ar/combustível já estão devidamente programadas e a eficiência da bomba de óleo, bem como da de gasolina, proporciona o desempenho adequado mesmo com o motor ainda frio.
Em veículos mais antigos a afirmação é verdadeira, pois no início do funcionamento eles apresentam deficiência de lubrificação e desequilíbrio na mistura ar/combustível, provocando maior atrito entre as peças metálicas.

Fonte: Quatro Rodas