Rubinho compete nesta temporada

Ele testará o carro da nova escuderia Brawns Racing já nesta semana, na pista do circuito de Silverstone, na Inglaterra

Londres. Depois de muita especulação, Rubens Barrichello garantiu mais uma temporada dentro de um cock-pit de Fórmula 1. Depois de o site britânico “GPUpdate.Net” anunciar, segunda-feira passada, a permanência de Rubinho na categoria, ontem, foi a vez de o site da revista inglesa “Autosport” e de o jornal “O Estado de S. Paulo” confirmarem o piloto brasileiro de 36 anos na equipe que será comandada pelo inglês Ross Brawn, a Brawn F1.

De acordo com as duas publicações, o contrato final ainda não foi assinado, mas fontes próximas ao time de Brackey garantem que o piloto com o maior número de provas disputadas (267) na Fórmula 1 ganhou uma nova oportunidade. O jornal brasileiro dá mais detalhes, e diz que Rubinho será confirmado em um anúncio previsto para as 18h (de Brasília) de amanhã, em Londres, quando o time também oficializará o novo nome: Brawn F1.

Muito feliz

“Estou muito feliz com a minha fé. E minha fé diz que na semana que vem estarei guiando um carro competitivo nos testes de Barcelona, embora não tenha nenhum documento na mão que me garanta isso”, afirmou Rubens ao “Estadão”. Ou seja, para ele correr só faltaria a assinatura. “Vivi quatro meses de espera e não vou festejar antes de cruzar a linha de chegada”, falou Rubinho, demonstrando cautela. Ainda segundo o “Estadão”, o inglês Jenson Button fará o shakedown (testará) o novo carro da escuderia no circuito inglês de Silverstone. O motor, confirmando as expectativas, seria o alemão Mercedes-Benz. Barrichello assumiria o carro entre dias 9 e 12 de março, em Barcelona, Espanha.

Sobrenome não corre

Chefe de equipe da Renault, Flavio Briatore, mandou um aviso para Nelsinho Piquet, que não vem se saindo bem nos testes em Jerez de La Frontera, na Espanha. De acordo com o dirigente, o piloto precisa provar na temporada de F-1 2009 que tem mais que um sobrenome – ele é filho de Nelson Piquet, tricampeão da categoria. “No momento, ele não venceria um Mundial pela Renault ou Ferrari. É um personagem misterioso. Seu sobrenome não está fazendo dele um piloto mais rápido”, afirmou Briatore.

Cartão vermelho

Já nos testes de ontem, em Jerez de La Frontera, Felipe Massa rodou, saiu da pista e viu sua Ferrari ser guinchada. À tarde, ele fez o segundo melhor tempo do dia. O piloto alemão Timo Glock foi o mais rápido. No último domingo, também em Jerez, a F60 do brasileiro Massa acabou na caixa de brita e foi guinchada.

Fonte: Diario DN