Christine: o carro assassino

Clássico, Plymouth Fury 1958 é um dos carros mais lembrados por quem é fã de cinema. 

O vermelho da lataria com o brilho reluzente impecável aplicado a um clássico Plymouth Fury 1958 seduziria qualquer apaixonado por autos antigos. Porém, as maldades e atrocidades cometidas por “de Christine” são de deixar os cabelos arrepiados.

A história do filme foi baseada em um livro cujo nome é o mesmo, escrito por Stephen King e lançado em 1983, porém, com algumas adaptações para o cinema, como é de praxe acontecer. O filme foi dirigido por Keith Gordon e as filmagens aconteceram entre fevereiro e abril do mesmo ano.

Arnie Cunninghan um dia avistou o belo carro todo destruído e envolto por uma atração inexplicável ficou tão fissurado a ponto de querer para ele a qualquer custo. Após levar para casa e reforma-lo por completo começou a chamar o automóvel de Christine e a cada dia que passava os dois estavam ainda mais conectados.

Devido ao envolvimento de Arnie com o carro, o jovem foi ficando ainda mais hipnotizado e se afastou dos amigos, do convívio social, beirando a loucura.  Preocupados com a situação, a namorada Leigh e seu melhor amigo Dennis resolvem procurar saber por que as situações assustadoras estavam acontecendo, afinal, o carro não foi apelidado de assassino a toa.

Depois de muito “fuçarem” a história descobriram que quem estava agindo por trás de tudo aquilo era o falecido dono Roland LeBay, que teve um destino trágico. Como um bom filme de terror, só restava ao trio então destruir Christine que descobre os planos e se torna uma máquina mortífera e possuída, com poderes de auto reconstrução.

É aí que o “bicho pega”, mas para deixar você curioso não vamos contar o resto do filme para não perder a graça. Um ano depois do lançamento da primeira versão, em 1984 chegou às telonas “Christine 2 – A Vingança”, mostrando a máquina ainda mais furiosa e ciumenta.

Trailer: 

https://www.youtube.com/watch?v=rA_3vemQ9JA

Curiosidades:

  • No livro o carro “aparece” com quatro portas, porém, na realidade o Plymouth Fury só foi produzido com duas.
Plymouth Fury com duas portas. Crédito da Foto: Divulgação.
Plymouth Fury com duas portas. Crédito da Foto: Divulgação.
  •  Para as filmagens ao todo foram utilizados 25 carros, dos quais 13 saíram diretamente para o ferro velho, pois ficaram destruídos.
  •  O ronco do motor de Christine pode ser ouvido originalmente enquanto você assiste aos créditos do filme.
  • Por falar em motor, no livro ele é de cilindros longos, já nos filmes a carburação com barris 2×4.
  •  Ainda sobre as diferenças sobre livro e filme, no primeiro a placa era branca, da Pensilvânia e com a identificação “HY – 6241- J”. Já no filme a placa é amarela, da Califórnia com a inscrição “CQB – 241”.

 

Confira a Galeria de Imagens do Carro: